!!> Reading ➵ Vermelho Amargo ➭ Author Bartolomeu Campos de Queirós – Anguillais.us

Vermelho Amargo O Primeiro Livro Pela Cosac Naify De Um Dos Maiores Expoentes Da Literatura Infantojuvenil Brasileira N O Poderia Ser Mais Um Vermelho Amargo Revela Uma Face Diferente Do Escritor Bartolomeu Campos De Queir S, E O Insere Definitivamente Na Literatura Brasileira, Para Al M De Classifica Es Um Narrador Em Primeira Pessoa Revisita A Dolorosa Inf Ncia, Marcada Pela Aus Ncia Da M E Substitu Da Por Uma Madrasta Indiferente Vemos Os Irm Os, Filhos De Um Pai Que N O Larga O Lcool E De Uma Madrasta Que Serve Em Todas As Refei Es Fatias Cada Vez Mais Finas De Tomate, Desenvolverem Diversas Anomalias Para Tentar Suprir A Aus Ncia De Afeto E A Saudade Da M E Um Come Vidro, A Outra N O Larga As Agulhas E O Ponto Cruz Numa Esp Cie De Contagem Regressiva, O Narrador Observa Seus Irm Os Mais Velhos Irem Embora De Casa A Prosa Memorial Stica Vale A Pena, No Entanto Afinal, Esquecer Desexistir, N O Ter Havido Neste Depoimento De Inspira O Autobiogr Fica, A Prosa Po Tica De Bartolomeu Dolorosamente Bela Como Ele Mesmo Coloca Na Ep Grafe, Foi Preciso Deitar O Vermelho Sobre Papel Branco Para Bem Aliviar Seu Amargor Uma Obra Delicada Como Arame Farpado , Nas Palavras Do Diretor Teatral Gabriel Villela, Que Assina O Texto De Quarta Capa.

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  • Hardcover
  • 72 pages
  • Vermelho Amargo
  • Bartolomeu Campos de Queirós
  • Portuguese
  • 14 July 2018
  • 8575039628

    10 thoughts on “!!> Reading ➵ Vermelho Amargo ➭ Author Bartolomeu Campos de Queirós – Anguillais.us


  1. says:

    Delicado como arame farpado Desanuviou em mim a ideia de que as coisas existiam alheias a meu desejo Viver exigia legendar o mundo Cabia me o trabalho exaustivo de atribuir sentidos a tudo Dar sentido tomar posse dos predicados Trabalho incessante, este de nomear as coisas Chamar pelo nome o vis vel e o invis vel respirar consci ncia Dar nome ao real que mora escondido na fantasia clarear o obscuro.Um amigo me contou que, quando crian a, seu objetivo era escrever os nomes de todas Delicado como arame farpado Desanuviou em mim a ideia de que as coisas existiam alheias a meu desejo Viver exigia legendar o mundo Cabia me o trabalho exaustivo de atribuir sentidos a tudo Dar sentido tomar posse dos predicados Trabalho incessante,...


  2. says:

    Foi por pura persist ncia que n o desisti ainda no come o Achei a estrutura bastante for ada, com obsess o por construir aforismos continuamente, al m de sa das f ceis para emular uma suposta prosa po tica profunda imbu da de sentimento que em sua maioria no fundo bastante pobre Esses mecanismos ficam bem expl citos, ali s, e n o de um modo bom, o que impregna a leitura de um sentimento de falsidade ainda maior Daria 1,5 estrelas, se fosse poss vel, porque no final passei a achar meno Foi por pura persist ncia que n o desisti ainda no come o Achei a estrutura bastante for ada, com obsess o por construir aforismos continuamente, al m de sa das f ceis para emular uma suposta prosa po tica profunda imbu da de sentimento que em sua maioria no fundo bastante pobre Esses mecanismos ficam bem expl citos, ali s, e n o de um mod...


  3. says:

    Escritores costumam enxergar al m ao escrever seus livros, mas alguns t m um dom especial de transformar banalidades em literatura Olhamos para um tomate e pensamos em uma salada, Bartolomeu Campos de Queir s olhou para um tomate e o transformou em Vermelho amargo Poucas p ginas, ...


  4. says:

    Narrado por uma crian a, este um livro curtinho sobre as mem rias tristes e amargas da inf ncia desse menino mi do, menor que a vida, debilitado pelo amor O tomate, a forma de cort lo e suas fatias no prato, expressa os sentimentos de perda, abandono, car ncia, saudade Escrito de forma muito po tica, fica at dif cil marcar trechos interessantes diante de tantos Gostei, mas n o sou muito das poesias Mas vale a pena a leitura deste autor mineiro, t o emotivo, t o cuidadoso em seu rel Narrado por uma crian a, este um livro curtinho sobre as mem rias tristes e amargas da inf ncia desse menino mi do, menor que a vida, debilitado pelo amor O tomate, a forma de cort lo e suas fatias no prato, expressa os sentimentos de perda, abandono, car ncia, saudade Escrito de forma muito po tica, fica at dif cil marcar trechos interessantes diante de tantos Gostei, mas n o sou muito das poesias Mas vale a pena a leitura deste autor mineiro, t o emotivo, t o cuida...


  5. says:

    Dif cil falar sobre esse livro N o sou acustumado com esse tipo de leitura e acho que o estranhamento me levou n o dar 5 estrelas Mas wow, que escrita poderosa e rasa mas densa O livro deixou uma cratera no meu cora o e tudo isso devido a escrita maravilhosa do autor Recomendo muito


  6. says:

    um livro po tico demais para mim Eu gosto quando o texto menos trabalhado na verdade, n o menos trabalhado, mas que esse trabalho seja menos vis vel para o leitor.


  7. says:

    N o foi pra mim de jeito nenhum Achei for ado demais.


  8. says:

    O cheiro do caf conciliava as almas e a vida, os lamentos rabiscavam o povoado como se impedidos de escolher outro destino A mem ria suporta o passado por reinventa lo incansavelmente Preencher um dia demasiadamente penoso, se n o me ocupo das mentiras Na infancia o calend rio fora inventado para marcar o Natal, a semana santa, as f rias da escola, os anivers rios O livro aberto era seu ber o e seu barco E o amor instalou se, repentino como o susto Faltava me garfo para lutar cont O cheiro do caf conciliava as almas e a vida, os lamentos rabiscavam o povoado como se impedidos de escolher outro destino A mem ria suporta o passado por reinventa lo incansavelmente Preencher um dia demasiadamente penoso, se n o me ocupo das mentiras Na infancia o calend rio fora inventado para marcar o Natal, a semana santa, as f rias da escola, os anivers rios O livro aberto era seu ber o e seu barco E o amor instalou se, repentino como o susto Faltava me garfo para lutar contra a p...


  9. says:

    preciso muito bem esquecer para experimentar a alegria de novamente lembrar se.


  10. says:

    Exige se longo tempo e paci ncia para enterrar uma aus ncia Aquele que se foi ocupa todos os vazios Como gua, tamb m a aus ncia n o permite v cuo Ela se instala mesmo entre as pausas das palavras Na morte, a aus ncia ganha mais presen a Nas breves p ginas de Vermel...

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